Universidade Federal do Oeste da Bahia Barreiras, 02 de Agosto de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM ARTE, COMUNICAÇÃO E TERRITORIALIDADES (11.01.18.01.19)
Código: PPGACT0010
Nome: MEMÓRIA COLETIVA, LUTAS SOCIAIS E RE-EXISTÊNCIAS
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 3
Ementa/Descrição: Estudos da memória coletiva a partir da história das lutas sociais e de re-existências na América Latina e o Caribe. Análise crítica de conceitos como território, meio ambiente, mudança climática, ecologia, bem-viver, desigualdades sociais, raciais e de gênero e sua relação com as ações políticas de resistência para a (re)construção e legitimação de memórias.
Referências: ACOSTA, Alberto. O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Autonomia Literária, Elefante, 2016 Adorno, T. W. Educação e emancipação. Trad. Wolfgang Leo Maar. 2 ed. São Paulo - Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000. AZEVEDO, Célia M. Marinho. Onda negra, medo Branco: o negro no imaginário das elites século XIX. São Paulo: Anablume, 2004. CARVALHO, J. A formação das almas: o imaginário da República no Brasil São Paulo, Companhia das Letras, 2009. DECCA, Edgar S. O Silêncio dos Vencidos. São Paulo: Brasiliense, 2004. GARCIA, Regina Leite. (Org.). Aprendendo com os movimentos sociais. Rio de Janeiro: SEPE/DP&A, 2000. JORGE, Amanda Lacerda .O processo de construção da questão quilombola: discursos em disputa. Rio de Janeiro: Gramma, 2016. MOURA, Clovis. Rebeliões da senzala. São Paulo: Edições Zumbi, 1959. ____. Brasil: raízes do protesto negro. São Paulo: Global, 1983. ____. As injustiças de Clio. O negro na historiografia brasileira. Belo Horizonte: Oficina do livro, 1990. MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO (MNU). Cadernos de teses do XII Congresso Nacional do Movimento Negro Unificado. Salvador: mimeo, 1998. MUNANGA, Kabengele. (Org.). Estratégias e Políticas de Combate à Discriminação Racial. São Paulo: Vozes, 1996. ____. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1999. ____. (Org.). Superando o racismo na escola. Brasília: MEC, Secretaria de Educação Fundamental, 2001. NASCIMENTO, Abdias. O negro revoltado. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982. NASCIMENTO, Elisa Larkin. (Org.). A África na escola brasileira. Rio de Janeiro: CEAFRO, 1993 . ____. (Org.). Afrocentricidade. Uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro edições, 2009. LANDER, Edgardo. (Org). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latinoamericanas. Buenos Aires: Clacso, 2005, p. 55-70. Rancière, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. São Paulo: EXO Experimental Org, 2009. REIS, João José e SILVA, Eduardo. Negociação e conflito. Resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

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